Das descobertas enquanto caminho…

“A letra da canção é o que pensamos entender,
mas o que faz com que acreditemos, ou não, é a melodia.”

— Carlos Ruiz Zafón —

Aconteceu outubro lá fora e – de modo diferente dos outros meses – posso dizer que há uma razoável disposição para receber os dias que se seguem por aqui…

Penúltimo par do ano, o chamado mês 10 já chegou trazendo ensinamentos preciosos, que tratei de carregar a tiracolo… Penso que o mais essencial deles, até agora, seja este: o quanto é importante – e difícil – sentir-se confortável na própria pele.

Ao conversar com pesssoas que diziam ter dificuldades nesse sentido, eu costumava pensar que era bobagem… coisa tola, típica de quem fez pouca terapia ou nunca se olhou no espelho. Engano meu!

Estar leve e tranquilo dentro da própria vestimenta é tarefa para poucos… é coisa gradativa, contínua. Um demorado exercício para uma vida inteira…

Até ontem – pela manhã – eu acreditava ter encontrado a chave para a felicidade… mas o universo – em sua incomparável sabedoria – resolveu me dar um susto: fazendo-me perceber que não existe chave, muito menos fechadura – o que dizer, então, de uma felicidade completa?

Sim… o caminho estava errado… e, eu precisei recomeçar: de novo! Uma nova tentativa está em curso… agora eu sei que preciso fazer bom uso deste vasto laboratório que é a existência humana!

O novo mês chegou para me trazer tal reflexão… mostrando a recusa que eu imprimi em minhas próprias veias…

E para você, será que outubro também já disse a que veio?

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2 comentários sobre “Das descobertas enquanto caminho…

  1. Cláudia Costa disse:

    Outubro, Setembro, Agosto…são apenas nomes num calendário inventado por homens e sem glamour particular. Isso é o meu olhar pouco lúdico. No entanto, a conversa sobre caber bem na própria pele…independe de meses ou anos. É uma temática que vai e volta. Como somos humanos e por definição, incomodados, aprendemos a estar bem dentro de nós mesmos até que algo mude e novamente fiquemos inflados com nossos egos e tragédias particulares, consequentemente, também desconfortáveis na pele que nos abriga.
    Mas isso, é apenas o meu olhar acerca de assunto tão delicado.
    Bjs meus,

    Curtir

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