Diário de bordo

  “Mudar as metáforas, porque quero continuar dizendo.
Mudar a mensagem, porque já quero dizer outra coisa.”

[Laion Monteiro]

Voltei a existir num tempo anterior… acho que retornei ao meu estado primário – antigo – no qual uma existência que não agrada segue acontecendo quase que em paralelo a esta que sou.

Regressei a velhos cenários, que eu julgava esgotados… na mente, na realidade e também no coração! O que me fez perceber que certas marcas nunca se vão completamente de dentro de nós… porque sempre ficam as cicatrizes, para nos dizer dos passos e movimentos dentro desta vida que, de alguma maneira, segue acontecendo…

Voltei a ser um alguém que eu pensei que não mais seria… retornei “a casa” e ali encontrei personagens meus, vendo-me obrigada a este espetáculo, do qual sou platéia fiel.

Não há outro público, porque preservo tudo às escuras… cortinas fechadas e sem venda de ingressos. O roteiro é lido em voz alta… e eu ouço, tal como eco, o tilintar de minhas próprias escolhas.

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Um comentário sobre “Diário de bordo

  1. Cláudia Costa disse:

    “cortinas fechadas e sem venda de ingressos. O roteiro é lido em voz alta… e eu ouço, tal como eco, o tilintar de minhas próprias escolhas.”
    Minha amiga, você se distanciou, se rebelou, mudou…não sei bem, quem se encontra atrás da cortina, mas sei que as essências do que somos não nos abandonam. E você…você se supera! eu vejo.
    Beijos meus, completamente embriagados pelas suas palavras.

    Curtir

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